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27.8.20

Um textículo: "história de ós"

 

Meu coração pobre de lata, sem saber a quem amar, apaixonou-se por uma coraçoa.

Até hoje não trincou de saudade, não rasgou de ciúme, tampouco riscou-se na proteção bruta de seu objeto-sujeito de desejo.

Simples assim, vai oxidando-se no vento, no frio, na poeira, no sol e chuva, no tempo.


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